quinta-feira, 30 de maio de 2013

Algumas razões fundamentais demonstrando a falência epistêmica do Darwinismo


1. A incapacidade de explicar a Explosão Cambriana desde Darwin (1859). 

2. A extrapolação da seleção natural muito além da evidência. 

3. A contínua exaltação de Darwin e seu livro Origem das espécies. 

4. O esquema que evita críticas a Darwin nas publicações científicas e salas de aulas. 

5. As afirmações banais de que “evoluiu” sem nenhum rigor científico. 

6. A recusa em ouvir ou publicar críticas científicas contra o Darwinismo. 

7. A utilização da homologia como evidência e explicação de adaptação. 

8. A invenção de termos como “seleção familiar”e “evo-devo”. 
9. A atribuição da origem de toda a biosfera a causas não dirigidas. 

10. A afirmação de que o consenso acadêmico aceita a evolução em todos os significados da palavra. 

11. A aplicação irresponsável da seleção natural para tudo, inclusive o universo. 

12. A afirmação costumeira de que “é necessário mais pesquisas”. 

13. A apropriação indevida da genética, da ciência da computação, e do desenvolvimento embrionário para apoiar o Darwinismo. 

14. O esquema para evitar que a teoria do Design Inteligente seja ouvida e discutida. 

Os darwinistas deveriam se sujeitar ao escrutínio público de suas grandiosas afirmações do fato, Fato, FATO da evolução. Afinal de contas, Darwin disse que sua teoria poderia ter outras interpretações, mas que somente um exame dos fatos é que poderia estabelecer a verdade de um lado ou de outro. 

Ao debate Senhores!!! Pro bono Scientia!!! 

30/6/2013

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Os "céticos", Jesus Cristo e a Bíblia Sagrada

Virou moda. Ultimamente, em todo final e início de ano, são publicados artigos procurando contradizer a historicidade da pessoa de Jesus Cristo ou a inerrância e inspiração divina das Sagradas Escrituras (a Bíblia Sagrada). Não passam de inúteis tentativas de negação, na medida em que os argumentos neles utilizados sempre são os que há muito tempo foram sepultados com pá de cal. Creio que, com essas publicações, intenta-se contrapontear a influência cultural da celebração do Nascimento de Jesus Cristo (o Natal), visando a rebaixar essa festividade ao nível folclórico.
Os autores desses artigos costumam pousar como céticos ou, então, devotos da razão. Gostam de esnobar que somente creem naquilo que pode ser demonstrado empiricamente. Pena que não aplicam isto a tudo, apenas àquilo que lhes convém, sob o manto de uma visão de mundo própria, geralmente materialista.

Prova disso é que não são publicados artigos questionando a historicidade dos filósofos gregos Sócrates, Aristóteles e Platão. É sabido que a quantidade de documentos antigos que fazem menção a esses filósofos é muito inferior - mais muito inferior mesmo – em relação aos que tratam da pessoa e dos ensinamentos de Jesus Cristo. No entanto, estranhamente, ninguém ousa duvidar da realidade histórica desses filósofos.

Pois é, se não há motivos para crer na realidade histórica da pessoa de Jesus Cristo, por que haveria de se aceitar que existiram os filósofos gregos, uma vez que os antigos documentos escritos a respeito do Filho de Deus, de sua doutrina e de seus discípulos são em um número muito superior aos que fazem menção aos pensadores da Grécia Antiga? Convém acusar que, sobre o Senhor Jesus e seus discípulos, existem menções em documentos oficiais do Império Romano, isto é, documentos que não foram produzidos por cristãos. Ou seja, a existência histórica de Jesus Cristo é fato incontestável!

O que pretendo deixar claro aqui é que as pessoas que duvidam da historicidade de Jesus Cristo e, inclusive, dos fatos narrados nas Escrituras Sagradas, e bem assim da inerrância e da inspiração divina destas, são pessoas que simplesmente decidiram crer em outras coisas, embora não possam demonstrá-las empiricamente. Quer uma demonstração mais acurada disso? Então leia o ensaio de Luciano Ayan intitulado 'Os fazedores e os checadores ou a origem da rotina “cético universal”, acerca do qual peço vênia para republicá-lo abaixo (texto em vermelho). Creio que depois da leitura desse artigo, você há de concordar comigo que: os que se dizem serem céticos, não o são de fato; muito pelo contrário, são tão crentes quanto os mais estúpidos supersticiosos.

 'Os fazedores e os checadores ou a origem da rotina “cético universal”

Luciano Ayan 

Imagine uma hipotética sociedade bizarra, algo como uma tribo perdida, no estilo dos smurfs, só que habitada por pessoas.
Certo dia, um ancião da tribo resolve atribuir dois rótulos às pessoas. São eles: fazedores ou checadores. Isso significa que alguém só poderia ser chamado de fazedor ou então de checador, sem meio termo.
Logo, se alguém produz ferramentas, este é um fazedor, e portanto é isso que ele deve fazer. Se alguém tem uma plantação, este é também um fazedor. Não deve ser difícil notar que quase não existem checadores, pois quase todo mundo tem que ser reconhecido por fazer algo.
Entretanto, cinco pessoas são eleitas como checadores. A ele cabe criticar o que todo e qualquer fazedor realiza, independente do que for. Já aos fazedores, só cabe a ação pura e simplesmente, sem julgamento sobre o que qualquer outro fizer.
Não demora para que esses cinco checadores adquiram extremo poder sobre todos os demais, já que se eles só checam, e não fazem, estão portanto isentos de serem julgados, mas ao mesmo tempo tem o poder de julgarem todos. Como são checadores, logo os cinco fazem uma aliança para manter o poder absoluto. Já os fazedores não tem o poder de questionar a autoridade dos checadores, pois eles só “fazem”…
Certo dia, um carpinteiro, que costumava ser líder de grupos, resolveu questionar os checadores, no que ouviu: “Você é um carpinteiro, e produz artefatos de madeira. Sendo assim, você faz. Se faz, não checa. Logo, não pode nos questionar”. E dia após dia, o poder dos checadores ia se ampliando, indefinitivamente…
Se você notou algo de errado na história acima, está correto. Só que se você acredita que tal situação não aconteceria em um mundo real, está errado. Essa situação tem ocorrido desde o Iluminismo, através de uma rotina chamada cético universal, que justamente foi inventada por humanistas e utilizada até hoje.
Substitua a expressão fazedor por crente, e a expressão checador por cético, que você terá a exata dimensão do que ocorre até hoje, e esse foi um dos principais motivadores para a criação deste blog.
Na verdade, muitos humanistas seculares ou anti-religiosos de qualquer tipo resolveram utilizar o rótulo cético, ao invés de “cético em relação ao paranormal” ou “cético em relação a Deus” (o que seria, na mais completa acepção da palavra, um ateu). Ao contrário, utilizaram a expressão “cético”.
O truque, similar ao que ocorre na aldeia hipotética, é aquilo que em neurolinguística chamados verbos não especificados. Quando se usa este truque, o advérbio é omitido, e daí por diante não é possíver expressar a maneira como uma ação é feita. Assim, a expressão “ela faz o jantar” é substituída por “ela faz”, ou “ele realizou uma ação de vendas” é substituída por “ele realizou”. Sem a especificação relacionada ao verbo, fica fácil de executar o truque do cético universal.
Se tudo isso parece absurdo, veja o exemplo de vários cristãos que caíram no truque. O livro Answers to Tough Questions Skeptics Ask About the Christian Faith, de Josh D. McDowell e Don Stewart simplesmente é uma perfeita queda na arapuca humanista secular. Os autores não dizem responder aos ateus (que seriam os céticos quanto a existência de Deus), mas sim aos “céticos”. Alex McFarland também se deixa enganar ao escrever 10 Answers for Skeptics. Esses são apenas alguns dos exemplos em que cristãos aceitam que seus oponentes não são humanistas, ateus, mas simplesmente céticos. Pior ainda é quando eles se rotulam como “crentes”, ao invés de “crentes em Deus”.
Um amigo certa vez me disse: “mas Luciano, isso é apenas uma questão de semântica”. Nem de longe. É um jogo psicológico, no qual alguém (o mais ingênuo) aceita a postura de que “acredita”, portanto tem que dar satisfação a quem questiona, enquanto seu oponente “questiona”, mas não tem que dar satisfação nenhuma.
Para entender a conseqüência deste problema, vamos imaginar uma situação corporativa, onde um sujeito alcança um cargo de Gerente de Atendimento de contas. Aos poucos, ele vai usando a politicagem para definir sua função como ombudsman do cliente, e portanto sua função é criticar a Gerencia Operacional o tempo todo. Já vi casos em que Gerentes de Atendimento somente faziam esse trabalho, mas conseguiam maquiar suas ações para fugirem de serem julgados, pois faziam o papel de “ombudsman”. Ora, se um ombudsman age em defesa imparcial do cliente, naturalmente então ele não precisa ser julgado.
O fato é que um Gerente de Atendimento tem que ser julgado pelo seu trabalho, assim como todos os outros Gerentes, pois ele precisa apresentar resultados. Por exemplo, ele deve ser julgado pelo alinhamento dele com o cliente, pelo timing de seus relatórios, pela qualidade de sua comunicação com os gerentes seniores, e daí por diante.
Caso o Gerente de Atendimento finja que ele é apenas um “checador”, é claramente uma situação que irá resultar em conseqüências adversas no futuro, pois alguém adquire o poder de não ser questionado, ao passo que os outros Gerentes, principalmente aqueles que se reportam ao Gerente de Atendimento em questão, passarão por maus lençóis, pois estarão diante de alguém que não é julgado pelos seus atos.
Não demorou para os humanistas seculares descobrirem este truque, que foi facilmente implementado pelo uso da repetição. O sujeito diz que “é cético” tantas vezes que depois de um tempo os outros começam realmente a chamá-lo de cético. No caso, esta repetição ocorre simplesmente pelo fato de que o uso do termo “cético” irá causar a ele um benefício, no caso o de não ser questionado. Enquanto ele passa a ser reconhecido como “cético” (e portanto, aquele que questiona, não que é questionado), ele passará a enfiar goela abaixo dos outros todo tipo de crença absurda.
Veja por exemplo a CSICOP, entidade da qual participam vários esquerdistas. O objetivo deles é questionar alegações paranormais ou sobrenaturais, e só. Estão entre os tópicos questionados: quiromancia, homeopatia, existência de Deus, etc. Entretanto, observe que a organização não se refere a eles como “questionadores do sobrenatural”, mas simplesmente “questionadores”. Novamente, assim como vários religiosos caíram na arapuca e aceitaram ser chamados de “crédulos”, os membros da CSICOP referem-se a si próprios como “céticos”.
Em um dos casos mais gritantes, Paul Kurtz é chamado, pelos seus aliados, de “representante do ceticismo”. Entretanto, ele escreveu o Manifesto Humanista, na qual alegações absurdas são destiladas aos borbotões. Ou seja, ele faz a fachada de cético universal para, quando os outros deixaram de prestar atenção em suas crenças, começar a alegar o máximo que conseguir.
Antes de tudo, quero já ir avisando. Não estou interessado em defender o sobrenatural, e não possuo crenças no sobrenatural. Por ser agnóstico (e ateu fraco), não tenho procuração para defender a existência de Deus. Entretanto, meu foco aqui é mostrar que o ceticismo não é “só para a existência de Deus e para o sobrenatural”, e sim para qualquer coisa. O fato de eu estar mostrando que vários religiosos tem caído em um truque humanista não significa que eu esteja defendendo a crença religiosa. Muito pelo contrário, pois o método que apresento aqui serve tanto para questionar a crença religiosa como a crença esquerdista.
Dito isso, vejamos um exemplo de como se usa o ceticismo para desmascarar alguém que use o truque do cético universal, mostrando como isso ocorreria tanto no âmbito corporativo como também sendo utilizado por um neo ateu (no caso, o neu ateu é o anti-religioso raivoso, da linhagem Richard Dawkins).
Primeiramente, imagine a Empresa X, que presta serviços de Gestão do Conhecimento para várias empresas de grande porte, ele elas a RKTEL (empresa fictícia). A conta da RKTEL está sob crise e vários líderes de atividades são considerados incapazes. O Gerente de Relacionamento, Maciel, que deveria defender a percepção do cliente começa a dizer que não há problemas na gestão das atividades. O Gerente Operacional, Getúlio, é colocado sob suspeita de incapacidade na gestão, mas estranhamente Maciel não o critica.
Eis que começa o questionamento sobre Maciel:
  • CONSULTOR: Maciel, estamos suspeitando de que há realmente incapacidade na equipe e isso não tem sido monitorado pelo Gerente Operacional.
  • MACIEL: Isso não existe. A equipe é totalmente capaz.
  • CONSULTOR: Podemos, então, considerar que a equipe é capaz? Interessante. Você estende esse julgamento para o líder de produção?
  • MACIEL: Completamente.
  • CONSULTOR: Soubemos que Getúlio definiu Hugo como o líder de produção ideal. Você endossa esse ponto de vista?
  • MACIEL: Sim, ele é excelente. Tem muita experiência.
  • CONSULTOR: Você sabe que para alguém se tornar líder aqui requer 6 anos de experiência na função e atuação em 3 diferentes contas, correto?
  • MACIEL: Concordo.
  • CONSULTOR: Ainda assim, você considera Hugo qualificado?
  • MACIEL: Ele é muito bom. Sim, o considero qualificado.
  • CONSULTOR: Por quantas contas o Hugo andou? E qual o tempo de experiência dele?
  • MACIEL: Eu não sei.
  • CONSULTOR: Mas você acabou de defini-lo como qualificado e aceitou os critérios para qualificação. Ok, vamos mudar de assunto. Pensamos que o Getúlio iria assumir a gestão do projeto de melhorias. Por que ele não fará?
  • MACIEL: Por que ele não tem tempo.
  • CONSULTOR: Como sabemos que o tempo dele está escasso?
  • MACIEL: Ele tem muita coisa para fazer.
  • CONSULTOR: Você já me disse isso antes. Quais são as atividades?
  • MACIEL: Ele fica o dia inteiro resolvendo problemas.
  • CONSULTOR: Quantos problemas ele resolveu essa semana? E o tempo médio utilizado?
  • MACIEL: Eu não sei quanto tempo, mas que ficou resolvendo problemas.
  • CONSULTOR: Perfeito. Temos aqui dois endossos: (1) Alegação de que Hugo é qualificado e atende os requisitos, (2) Alegação de que Getúlio não tem tempo de assumir o projeto. Posso levar as duas adiante?
  • MACIEL: Não, veja bem…
  • CONSULTOR: Aha…
Observem que duas alegações não comprovadas eram utilizadas por Maciel e serviam POLITICAMENTE aos seus objetivos, que era estabelecer uma aliança com Getúlio, mesmo que a conta da empresa estivesse em risco. Para neutralizar o jogo político, o consultor optou por apelar ao ceticismo.
Agora, transferindo a questão para como um humanista usaria a tentativa de ficar na posição de cético universal, vejamos como poderia ser um diálogo em que um cristão usasse o ceticismo em relação a ele.
  • NEO ATEU: O que me diferencia é o fato de que sou cético, enquanto você é crédulo. Portanto, eu tenho reflexão, e você não.
  • REFUTADOR: Mas como você demonstra essa taxa maior de reflexão? Como ela é mensurada? E como comprovamos a mensuração?
  • NEO ATEU: O fato é que refleti mais.
  • REFUTADOR: Você já me disse isso antes. Mas ainda não demonstrou esse aumento de taxa de reflexão. Vou dar um exemplo. Alguém diz que o copo A está mais cheio que o copo B. Podemos medir o volume de água e descobrir que no copo A existem 200 ml de água, enquanto que no copo B existem 150 ml de água. Se ambos possuem a mesma capacidade, a alegação está comprovada. Como você mede e comprova essa maior “reflexão”?
  • NEO ATEU: Eu tenho mais liberdade.
  • REFUTADOR: Novamente temos uma alegação. Noto que você desistiu de seu argumento de auto-venda anterior e tentou outro. Se duas pessoas estão com correntes amarradas ao pescoço, e permitimos que ambas corram até onde a corrente os deixar, podemos medir. Por exemplo, a pessoa A pode correr 20 metros, enquanto que a pessoa B somente 3 metros. Logo, a pessoa A tem no mínimo 6 vezes mais liberdade de ação que a pessoa B. Isso é um exemplo de comprovação de liberdade. Como você comprova essa sua “maior liberdade” e como você a demonstra?
  • NEO ATEU: Eu tenho liberdade por que não preciso acreditar no sobrenatural.
  • REFUTADOR: Mas alguém poderia dizer que você perdeu a liberdade por não poder acreditar no sobrenatural. Ainda ficou faltando você demonstrar sua maior “liberdade”. Já são duas alegações não comprovadas até agora.
  • NEO ATEU: Mas como você quer que eu prove minha maior liberdade?
  • REFUTADOR: O alegador é você. Achei que você tivesse preparado um Power Point, com gráficos e estatísticas, e como confirmaríamos esses números…
  • NEO ATEU: Isso é ridículo.
  • REFUTADOR: Mas pelo menos eu não aleguei algo para tentar me vender sem ter provas para justificar essa venda.
  • NEO ATEU: Mas eu sou o cético aqui.
  • REFUTADOR: Não. Você é um ateu, que é cético em relação a existência de Deus. E eu sou um não-ateu, portanto cético em relação ao discurso ateu. Não tente usar truques de verbos não especificados aqui…
No exemplo acima, ficou claro como o uso do recurso cético universal serviria para garantir que o neo ateu não fosse mais questionado. Aqui vimos um exemplo no qual ele estava perdendo o debate, ao ser questionado justamente pelo religioso, e tentou apelar para o ceticismo universal.
Quando começamos a pensar ceticamente, transformamos argumentos, ideologias, propostas políticas e tudo o mais em alegações, e a partir daí somos testadores dessas mesmas alegações. Fazemos os alegadores suarem frio durante essas extensivas sessões de questionamento? Possivelmente. Mas conseguimos reduzir muito risco, seja organizacional ou social, somente com esta ação.
Fonte: http://lucianoayan.com/2012/04/08/os-fazedores-e-os-checadores-ou-a-origem-da-rotina-cetico-universal/





quinta-feira, 7 de junho de 2012

Genes exclusivamente presentes no ser humano são más notícias para o evolucionismo



Será que o cérebro humano evoluiu a partir do cérebro dum animal parecido com um macaco? Duas novas reportagens descrevem quatro genes humanos com o nome de SRGAP2A, SRGAP2B, SRGAP2C, e SRGAP2D, que estão localizados em 3 regiões distintas no cromossoma número 1 (Dennis, M.Y. et al. 2012. Evolution of Human-Specific Neural SRGAP2 Genes by Incomplete Segmental Duplication. Cell. 149: 912-922).
Aparentemente eles desempenham um papel importante no desenvolvimento do cérebro (Charrier, C. et al. 2012. Inhibition of SRGAP2 Function by Its Human-Specific Paralogs Induces Neoteny During Spine Maturation. Cell. 149: 923-935).
A descoberta mais importante talvez seja o facto de 3 dos 4 genes (SRGAP2B, SRGAP2C, and SRGAP2D) se encontrarem unicamente nos seres humanos e em mais nenhum outro mamífero, incluindo os macacos. Embora cada um dos genes partilhe algumas regiões semelhantes, claramente elas são únicas na sua estrutura e funções gerais quando comparadas umas com as outras.
Os evolucionistas alegam que, de alguma forma ou outra, a versão original do gene SRGAP2 , herdado dum ancestral parecido com um macaco, duplicou-se, moveu-se para uma área totalmente distinta do cromossoma 1 e modificou-se de modo a desempenhar novas funções. Isto supostamente aconteceu várias vezes no passado distante depois dos seres humanos se terem divergido do imaginário ancestral entre os humanos e os chimpanzés.
Mas esta mitologia história depara-se agora com problemas graves.
Primeiro, quando comparadas umas com as outras, as localizações do gene SRGAP2 no cromossoma 1 são únicas no seu arranjo para a codificação de proteínas e na sua estrutura. Os genes não parecem de todo terem sido duplicados.
O ónus da prova encontra-se do lado dos evolucionistas uma vez que são eles que têm que explicar como é que o suposto gene ancestral foi duplicado, dividido em localizações distintas no cromossoma, reorganizado e alterado de modo a ter novas funções – tudo isto sem perturbar o então existente cérebro do macaco e tudo como efeito de mutações aleatórias.
O segundo problema reside na localização exacta das versões B, C e D do gene SRGAP2.
Elas rodeiam o centrómetro do cromossoma, que é uma porção especializada do cromossoma – geralmente perto do centro -, importante para os processos do núcleo da célula, incluindo a divisão celular e a arquitectura cromatina (Thomas, B. Genomes Have Remarkable 3-D Organization. Creation Science Updates. Posted on icr.org November 15, 2012, accessed May 15, 2012).
Como tal, devido à ausência extrema de recombinação, estas duas regiões junto ao centrómetro são incrivelmente estáveis e livres de mutações. Não há qualquer tipo de precedente para a alegação de que os genes podem duplicar para o interior destas sequências super estáveis, muito menos reorganizarem-se posteriormente.
. . . . .
Como seria de esperar, o facto de 3 genes recentemente descobertos estarem presentes só nos seres humanos – ausentes em todos os outros mamíferos conhecidos – tem sido inteligentemente ofuscado por trás da semântica evolucionista.



Claramente, esta descoberta genética importante invalida a evolução humana e mostra que nós fomos criados de forma única “à Imagem de Deus” tal como nos diz o Livre de Génesis.

Fonte: http://darwinismo.wordpress.com/

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A natureza auto-contraditória do naturalismo

Quando o erro é examinado de forma exaustiva, invariavelmente as contradições internas tornam-se evidentes. Só a Verdade é que sobrevive ao exame minucioso. Uma das instâncias onde isto é notório é na posição mantida pelos naturalistas ateus. O ateu afirma:
Recuso-me a acreditar em qualquer coisa que não seja natural – cuja explicação não possa ser encontrada na natureza. Tudo tem que – e pode – ser explicado através dos processos naturais.
Portanto, segundo o naturalismo ateu, a existência de tudo o que se encontra no universo – bem como universo em si – têm que ser explicadas através de meios naturais; nada não-natural (ex: Um Ser Sobrenatural) pode ser levado em consideração.
O geólogo evolucionista Robert Hazen, que obteve um Ph.D. em “Earth Science” (Harvard), é um cientista de pesquisas no Geophysical Laboratory da Carnegie Institution of Washington e um professor de “Earth Science” na George Mason University. Na sua série de palestras com o nome de Origins of Life, Hazen disse:
Nesta série de palestras eu faço a pressuposição básica de que a vida emergiu segundo um tipo de processo natural. Proponho que a vida surgiu como efeito duma sequência de eventos que são completamente consistentes com as leis naturais da Física e da Química. Com esta pressuposição eu alinho-me com a forma de pensar da maioria dos cientistas.
Acredito num universo que está ordenado segundo estas leis naturais. Tal como outros cientistas, eu dependo do poder de observação, dos testes e do raciocínio teorético para entender a forma como o universo chegou até nós da forma que está.
(2005, ênf. adicionado).
O problema é que, ao manter esta forma de pensar, o naturalista rapidamente esbarra numa parede de factos científicos que contradizem a sua posição.
As leis da ciência são declarações formais (repetidamente provadas pela ciência) em torno do que acontece da natureza sem excepção. O naturalista não pode manter uma visão que contradiz as leis da natureza sem ao mesmo tempo entrar em contradição. Mas é nesta posição em que ele se encontra ao postular uma explicação que contradiz as leis da natureza ou mais pontos. Por exemplo, a explicação do adepto do naturalismo em torno da origem da matéria e da energia (isto é, geração espontânea ou existência eterna) não é natural visto que contradiz a Primeira e a Segunda Lei da Termodinâmica. (Miller, 2007).
O naturalista tem que continuar a contradizer-se ao alegar um processo não-natural para a origem da vida (isto é, abiogénese, que contradiz a Lei da Biogénese; Miller, 2012). Para piorar as coisas, o naturalista tem que se contradizer ao alegar que os vários tipos de formas de vida podem gerar tipos de vida totalmente distintos através da “macroevolução” – um processo que, ao contrário da “microevolução” [que não é evolução nenhuma] nunca foi observado na natureza.
A abiogénese, a geração espontânea, e a “macroevolução” são sugestões não-naturais uma vez que nunca foram observadas na natureza, embora sejam fundamentais para a visão não-natural do naturalista. Isto demonstra que a visão naturalistas é auto-contraditória. Se é auto-contraditória, então é falsa.
A cosmovisão que está de acordo com as evidências – e que não se contradiz – é a visão Cristã descrita nas páginas da Bíblia Sagrada. O naturalista não consegue explicar o universo sem recorrer a métodos não-naturais. O Cristão não tem problemas com as explicações sobrenaturais uma vez que a Bíblia declara que Deus – Um Ser Sobrenatural – criou o universo e a vida contida nele (exclusivamente na Terra).
A Verdade não se contradiz. Quando a mesma é examinada, a Verdade mantém-se firme. Quando uma pessoa decide combater a Verdade, invariavelmente prejudica-se a si mesma.
DISSE o néscio no seu coração: Não há Deus.
Têm-se corrompido e têm cometido abominável iniquidade:
não há ninguém que faça o bem.

Salmo 53:1
Acesso em 04/6/2012

sábado, 2 de junho de 2012

Ao articulista da Folha de S. Paulo, Carlos Heitor Cony, com amor.