terça-feira, 27 de agosto de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Algumas razões fundamentais demonstrando a falência epistêmica do Darwinismo
1.
A incapacidade de explicar a Explosão Cambriana desde Darwin
(1859).
2.
A extrapolação da seleção natural muito além da evidência.
3.
A contínua exaltação de Darwin e seu livro Origem das espécies.
4.
O esquema que evita críticas a Darwin nas publicações científicas
e salas de aulas.
5.
As afirmações banais de que “evoluiu” sem nenhum rigor
científico.
6.
A recusa em ouvir ou publicar críticas científicas contra o
Darwinismo.
7.
A utilização da homologia como evidência e explicação de
adaptação.
8.
A invenção de termos como “seleção familiar”e “evo-devo”.
9.
A atribuição da origem de toda a biosfera a causas não dirigidas.
10.
A afirmação de que o consenso acadêmico aceita a evolução em
todos os significados da palavra.
11.
A aplicação irresponsável da seleção natural para tudo,
inclusive o universo.
12.
A afirmação costumeira de que “é necessário mais pesquisas”.
13.
A apropriação indevida da genética, da ciência da computação, e
do desenvolvimento embrionário para apoiar o Darwinismo.
14.
O esquema para evitar que a teoria do Design Inteligente seja ouvida
e discutida.
Os
darwinistas deveriam se sujeitar ao escrutínio público de suas
grandiosas afirmações do fato, Fato, FATO da evolução. Afinal de
contas, Darwin disse que sua teoria poderia ter outras
interpretações, mas que somente um exame dos fatos é que poderia
estabelecer a verdade de um lado ou de outro.
Ao
debate Senhores!!! Pro bono Scientia!!!
30/6/2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Os "céticos", Jesus Cristo e a Bíblia Sagrada
Virou moda. Ultimamente, em todo final e início de ano, são publicados artigos procurando contradizer a historicidade da pessoa de Jesus Cristo ou a inerrância e inspiração divina das Sagradas Escrituras (a Bíblia Sagrada). Não passam de inúteis tentativas de negação, na medida em que os argumentos neles utilizados sempre são os que há muito tempo foram sepultados com pá de cal. Creio que, com essas publicações, intenta-se contrapontear a influência cultural da celebração do Nascimento de Jesus Cristo (o Natal), visando a rebaixar essa festividade ao nível folclórico.
Os
autores desses artigos costumam pousar como céticos ou, então,
devotos da razão. Gostam de esnobar que somente creem naquilo que
pode ser demonstrado empiricamente. Pena que não aplicam isto a
tudo, apenas àquilo que lhes convém, sob o manto de uma visão de
mundo própria, geralmente materialista.
Prova
disso é que não são publicados artigos questionando a
historicidade dos filósofos gregos Sócrates, Aristóteles e Platão.
É sabido que a quantidade de documentos antigos que fazem menção a
esses filósofos é muito inferior - mais muito inferior mesmo – em
relação aos que tratam da pessoa e dos ensinamentos de Jesus
Cristo. No entanto, estranhamente, ninguém ousa duvidar da realidade
histórica desses filósofos.
Pois
é, se não há motivos para crer na realidade histórica da pessoa
de Jesus Cristo, por que haveria de se aceitar que existiram os
filósofos gregos, uma vez que os antigos documentos escritos a
respeito do Filho de Deus, de sua doutrina e de seus discípulos são
em um número muito superior aos que fazem menção aos pensadores da
Grécia Antiga? Convém acusar que, sobre o Senhor Jesus e seus discípulos, existem
menções em documentos oficiais do Império Romano, isto é,
documentos que não foram produzidos por cristãos. Ou seja, a
existência histórica de Jesus Cristo é fato incontestável!
O
que pretendo deixar claro aqui é que as pessoas que duvidam da
historicidade de Jesus Cristo e, inclusive, dos fatos narrados nas
Escrituras Sagradas, e bem assim da inerrância e da inspiração
divina destas, são pessoas que simplesmente decidiram crer em outras
coisas, embora não possam demonstrá-las empiricamente. Quer uma
demonstração mais acurada disso? Então leia o ensaio de Luciano
Ayan intitulado 'Os fazedores e os checadores
ou a origem
da rotina “cético universal”, acerca do qual peço
vênia para republicá-lo abaixo (texto em vermelho). Creio que depois da leitura desse
artigo, você há de concordar comigo que: os que se dizem serem
céticos, não o são de fato; muito pelo contrário, são tão
crentes quanto os mais estúpidos supersticiosos.
'Os fazedores e os checadores
ou a origem
da rotina “cético universal”
Luciano
Ayan
Imagine
uma hipotética sociedade bizarra, algo como uma tribo perdida, no
estilo dos smurfs, só que habitada por pessoas.
Certo
dia, um ancião da tribo resolve atribuir dois rótulos às pessoas.
São eles: fazedores ou checadores. Isso significa que alguém só
poderia ser chamado de fazedor ou então de checador, sem meio termo.
Logo,
se alguém produz ferramentas, este é um fazedor, e portanto é isso
que ele deve fazer. Se alguém tem uma plantação, este é também
um fazedor. Não deve ser difícil notar que quase não existem
checadores, pois quase todo mundo tem que ser reconhecido por fazer
algo.
Entretanto,
cinco pessoas são eleitas como checadores. A ele cabe criticar o que
todo e qualquer fazedor realiza, independente do que for. Já aos
fazedores, só cabe a ação pura e simplesmente, sem julgamento
sobre o que qualquer outro fizer.
Não
demora para que esses cinco checadores adquiram extremo poder sobre
todos os demais, já que se eles só checam, e não fazem, estão
portanto isentos de serem julgados, mas ao mesmo tempo tem o poder de
julgarem todos. Como são checadores, logo os cinco fazem uma aliança
para manter o poder absoluto. Já os fazedores não tem o poder de
questionar a autoridade dos checadores, pois eles só “fazem”…
Certo
dia, um carpinteiro, que costumava ser líder de grupos, resolveu
questionar os checadores, no que ouviu: “Você é um carpinteiro, e
produz artefatos de madeira. Sendo assim, você faz. Se faz, não
checa. Logo, não pode nos questionar”. E dia após dia, o poder
dos checadores ia se ampliando, indefinitivamente…
Se
você notou algo de errado na história acima, está correto. Só que
se você acredita que tal situação não aconteceria em um mundo
real, está errado. Essa situação tem ocorrido desde o Iluminismo,
através de uma rotina chamada cético
universal,
que justamente foi inventada por humanistas e utilizada até hoje.
Substitua
a expressão fazedor por crente, e a expressão checador por cético,
que você terá a exata dimensão do que ocorre até hoje, e esse foi
um dos principais motivadores para a criação deste blog.
Na
verdade, muitos humanistas seculares ou anti-religiosos de qualquer
tipo resolveram utilizar o rótulo cético, ao invés de “cético
em relação ao paranormal” ou “cético em relação a Deus” (o
que seria, na mais completa acepção da palavra, um ateu). Ao
contrário, utilizaram a expressão “cético”.
O
truque, similar ao que ocorre na aldeia hipotética, é aquilo que em
neurolinguística chamados verbos
não especificados.
Quando se usa este truque, o advérbio é omitido, e daí por diante
não é possíver expressar a maneira como uma ação é feita.
Assim, a expressão “ela faz o jantar” é substituída por “ela
faz”, ou “ele realizou uma ação de vendas” é substituída
por “ele realizou”. Sem a especificação relacionada ao verbo,
fica fácil de executar o truque do cético
universal.
Se
tudo isso parece absurdo, veja o exemplo de vários cristãos que
caíram no truque. O livro Answers
to Tough Questions Skeptics Ask About the Christian Faith,
de Josh D. McDowell e Don Stewart simplesmente é uma perfeita queda
na arapuca humanista secular. Os autores não dizem responder aos
ateus (que seriam os céticos quanto a existência de Deus), mas sim
aos “céticos”. Alex McFarland também se deixa enganar ao
escrever 10
Answers for Skeptics.
Esses são apenas alguns dos exemplos em que cristãos aceitam que
seus oponentes não são humanistas, ateus, mas simplesmente céticos.
Pior ainda é quando eles se rotulam como “crentes”, ao invés de
“crentes em Deus”.
Um
amigo certa vez me disse: “mas Luciano, isso é apenas uma questão
de semântica”. Nem de longe. É um jogo psicológico, no qual
alguém (o mais ingênuo) aceita a postura de que “acredita”,
portanto tem que dar satisfação a quem questiona, enquanto seu
oponente “questiona”, mas não tem que dar satisfação nenhuma.
Para
entender a conseqüência deste problema, vamos imaginar uma situação
corporativa, onde um sujeito alcança um cargo de Gerente de
Atendimento de contas. Aos poucos, ele vai usando a politicagem para
definir sua função como ombudsman do cliente, e portanto sua função
é criticar a Gerencia Operacional o tempo todo. Já vi casos em que
Gerentes de Atendimento somente faziam esse trabalho, mas conseguiam
maquiar suas ações para fugirem de serem julgados, pois faziam o
papel de “ombudsman”. Ora, se um ombudsman age em defesa
imparcial do cliente, naturalmente então ele não precisa ser
julgado.
O
fato é que um Gerente de Atendimento tem que ser julgado pelo seu
trabalho, assim como todos os outros Gerentes, pois ele precisa
apresentar resultados. Por exemplo, ele deve ser julgado pelo
alinhamento dele com o cliente, pelo timing de seus relatórios, pela
qualidade de sua comunicação com os gerentes seniores, e daí por
diante.
Caso
o Gerente de Atendimento finja que ele é apenas um “checador”, é
claramente uma situação que irá resultar em conseqüências
adversas no futuro, pois alguém adquire o poder de não ser
questionado, ao passo que os outros Gerentes, principalmente aqueles
que se reportam ao Gerente de Atendimento em questão, passarão por
maus lençóis, pois estarão diante de alguém que não é julgado
pelos seus atos.
Não
demorou para os humanistas seculares descobrirem este truque, que foi
facilmente implementado pelo uso da repetição. O sujeito diz que “é
cético” tantas vezes que depois de um tempo os outros começam
realmente a chamá-lo de cético. No caso, esta repetição ocorre
simplesmente pelo fato de que o uso do termo “cético” irá
causar a ele um benefício, no caso o de não ser questionado.
Enquanto ele passa a ser reconhecido como “cético” (e portanto,
aquele que questiona, não que é questionado), ele passará a enfiar
goela abaixo dos outros todo tipo de crença absurda.
Veja
por exemplo a CSICOP, entidade da qual participam vários
esquerdistas. O objetivo deles é questionar alegações paranormais
ou sobrenaturais, e só. Estão entre os tópicos questionados:
quiromancia, homeopatia, existência de Deus, etc. Entretanto,
observe que a organização não se refere a eles como
“questionadores do sobrenatural”, mas simplesmente
“questionadores”. Novamente, assim como vários religiosos caíram
na arapuca e aceitaram ser chamados de “crédulos”, os membros da
CSICOP referem-se a si próprios como “céticos”.
Em
um dos casos mais gritantes, Paul Kurtz é chamado, pelos seus
aliados, de “representante do ceticismo”. Entretanto, ele
escreveu o Manifesto Humanista, na qual alegações absurdas são
destiladas aos borbotões. Ou seja, ele faz a fachada de cético
universal para, quando os outros deixaram de prestar atenção em
suas crenças, começar a alegar o máximo que conseguir.
Antes
de tudo, quero já ir avisando. Não estou interessado em defender o
sobrenatural, e não possuo crenças no sobrenatural. Por ser
agnóstico (e ateu fraco), não tenho procuração para defender a
existência de Deus. Entretanto, meu foco aqui é mostrar que o
ceticismo não é “só para a existência de Deus e para o
sobrenatural”, e sim para qualquer coisa. O fato de eu estar
mostrando que vários religiosos tem caído em um truque humanista
não significa que eu esteja defendendo a crença religiosa. Muito
pelo contrário, pois o método que apresento aqui serve tanto para
questionar a crença religiosa como a crença esquerdista.
Dito
isso, vejamos um exemplo de como se usa o ceticismo para desmascarar
alguém que use o truque do cético universal, mostrando como isso
ocorreria tanto no âmbito corporativo como também sendo utilizado
por um neo ateu (no caso, o neu ateu é o anti-religioso raivoso, da
linhagem Richard Dawkins).
Primeiramente,
imagine a Empresa X, que presta serviços de Gestão do Conhecimento
para várias empresas de grande porte, ele elas a RKTEL (empresa
fictícia). A conta da RKTEL está sob crise e vários líderes de
atividades são considerados incapazes. O Gerente de Relacionamento,
Maciel, que deveria defender a percepção do cliente começa a dizer
que não há problemas na gestão das atividades. O Gerente
Operacional, Getúlio, é colocado sob suspeita de incapacidade na
gestão, mas estranhamente Maciel não o critica.
Eis
que começa o questionamento sobre Maciel:
- CONSULTOR: Maciel, estamos suspeitando de que há realmente incapacidade na equipe e isso não tem sido monitorado pelo Gerente Operacional.
- MACIEL: Isso não existe. A equipe é totalmente capaz.
- CONSULTOR: Podemos, então, considerar que a equipe é capaz? Interessante. Você estende esse julgamento para o líder de produção?
- MACIEL: Completamente.
- CONSULTOR: Soubemos que Getúlio definiu Hugo como o líder de produção ideal. Você endossa esse ponto de vista?
- MACIEL: Sim, ele é excelente. Tem muita experiência.
- CONSULTOR: Você sabe que para alguém se tornar líder aqui requer 6 anos de experiência na função e atuação em 3 diferentes contas, correto?
- MACIEL: Concordo.
- CONSULTOR: Ainda assim, você considera Hugo qualificado?
- MACIEL: Ele é muito bom. Sim, o considero qualificado.
- CONSULTOR: Por quantas contas o Hugo andou? E qual o tempo de experiência dele?
- MACIEL: Eu não sei.
- CONSULTOR: Mas você acabou de defini-lo como qualificado e aceitou os critérios para qualificação. Ok, vamos mudar de assunto. Pensamos que o Getúlio iria assumir a gestão do projeto de melhorias. Por que ele não fará?
- MACIEL: Por que ele não tem tempo.
- CONSULTOR: Como sabemos que o tempo dele está escasso?
- MACIEL: Ele tem muita coisa para fazer.
- CONSULTOR: Você já me disse isso antes. Quais são as atividades?
- MACIEL: Ele fica o dia inteiro resolvendo problemas.
- CONSULTOR: Quantos problemas ele resolveu essa semana? E o tempo médio utilizado?
- MACIEL: Eu não sei quanto tempo, mas que ficou resolvendo problemas.
- CONSULTOR: Perfeito. Temos aqui dois endossos: (1) Alegação de que Hugo é qualificado e atende os requisitos, (2) Alegação de que Getúlio não tem tempo de assumir o projeto. Posso levar as duas adiante?
- MACIEL: Não, veja bem…
- CONSULTOR: Aha…
Observem
que duas alegações não comprovadas eram utilizadas por Maciel e
serviam POLITICAMENTE aos seus objetivos, que era estabelecer uma
aliança com Getúlio, mesmo que a conta da empresa estivesse em
risco. Para neutralizar o jogo político, o consultor optou por
apelar ao ceticismo.
Agora,
transferindo a questão para como um humanista usaria a tentativa de
ficar na posição de cético universal, vejamos como poderia ser um
diálogo em que um cristão usasse o ceticismo em relação a ele.
- NEO ATEU: O que me diferencia é o fato de que sou cético, enquanto você é crédulo. Portanto, eu tenho reflexão, e você não.
- REFUTADOR: Mas como você demonstra essa taxa maior de reflexão? Como ela é mensurada? E como comprovamos a mensuração?
- NEO ATEU: O fato é que refleti mais.
- REFUTADOR: Você já me disse isso antes. Mas ainda não demonstrou esse aumento de taxa de reflexão. Vou dar um exemplo. Alguém diz que o copo A está mais cheio que o copo B. Podemos medir o volume de água e descobrir que no copo A existem 200 ml de água, enquanto que no copo B existem 150 ml de água. Se ambos possuem a mesma capacidade, a alegação está comprovada. Como você mede e comprova essa maior “reflexão”?
- NEO ATEU: Eu tenho mais liberdade.
- REFUTADOR: Novamente temos uma alegação. Noto que você desistiu de seu argumento de auto-venda anterior e tentou outro. Se duas pessoas estão com correntes amarradas ao pescoço, e permitimos que ambas corram até onde a corrente os deixar, podemos medir. Por exemplo, a pessoa A pode correr 20 metros, enquanto que a pessoa B somente 3 metros. Logo, a pessoa A tem no mínimo 6 vezes mais liberdade de ação que a pessoa B. Isso é um exemplo de comprovação de liberdade. Como você comprova essa sua “maior liberdade” e como você a demonstra?
- NEO ATEU: Eu tenho liberdade por que não preciso acreditar no sobrenatural.
- REFUTADOR: Mas alguém poderia dizer que você perdeu a liberdade por não poder acreditar no sobrenatural. Ainda ficou faltando você demonstrar sua maior “liberdade”. Já são duas alegações não comprovadas até agora.
- NEO ATEU: Mas como você quer que eu prove minha maior liberdade?
- REFUTADOR: O alegador é você. Achei que você tivesse preparado um Power Point, com gráficos e estatísticas, e como confirmaríamos esses números…
- NEO ATEU: Isso é ridículo.
- REFUTADOR: Mas pelo menos eu não aleguei algo para tentar me vender sem ter provas para justificar essa venda.
- NEO ATEU: Mas eu sou o cético aqui.
- REFUTADOR: Não. Você é um ateu, que é cético em relação a existência de Deus. E eu sou um não-ateu, portanto cético em relação ao discurso ateu. Não tente usar truques de verbos não especificados aqui…
No
exemplo acima, ficou claro como o uso do recurso cético universal
serviria para garantir que o neo ateu não fosse mais questionado.
Aqui vimos um exemplo no qual ele estava perdendo o debate, ao ser
questionado justamente pelo religioso, e tentou apelar para o
ceticismo universal.
Quando
começamos a pensar ceticamente, transformamos argumentos,
ideologias, propostas políticas e tudo o mais em alegações, e a
partir daí somos testadores dessas mesmas alegações. Fazemos os
alegadores suarem frio durante essas extensivas sessões de
questionamento? Possivelmente. Mas conseguimos reduzir muito risco,
seja organizacional ou social, somente com esta ação.
Fonte: http://lucianoayan.com/2012/04/08/os-fazedores-e-os-checadores-ou-a-origem-da-rotina-cetico-universal/
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Assista a entrevista com o Dr. Michael Behe, famoso bioquímico norte-americano, sobre a natureza da Teoria do Design Inteligente. O entrevistado é o autor do livro denominado "A caixa preta de Darwin".
É importante saber que uma coisa é o conhecimento científico e outra as ideias do naturalismo filosófico, que na verdade são dogmas fundados na fé ateísta.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Genes exclusivamente presentes no ser humano são más notícias para o evolucionismo
Aparentemente eles desempenham um papel importante no desenvolvimento do cérebro (Charrier, C. et al. 2012. Inhibition of SRGAP2 Function by Its Human-Specific Paralogs Induces Neoteny During Spine Maturation. Cell. 149: 923-935).
A descoberta mais importante talvez seja o facto de 3 dos 4 genes (SRGAP2B, SRGAP2C, and SRGAP2D) se encontrarem unicamente nos seres humanos e em mais nenhum outro mamífero, incluindo os macacos. Embora cada um dos genes partilhe algumas regiões semelhantes, claramente elas são únicas na sua estrutura e funções gerais quando comparadas umas com as outras.
Os evolucionistas alegam que, de alguma forma ou outra, a versão original do gene SRGAP2 , herdado dum ancestral parecido com um macaco, duplicou-se, moveu-se para uma área totalmente distinta do cromossoma 1 e modificou-se de modo a desempenhar novas funções. Isto supostamente aconteceu várias vezes no passado distante depois dos seres humanos se terem divergido do imaginário ancestral entre os humanos e os chimpanzés.
Mas esta mitologia história depara-se agora com problemas graves.
Primeiro, quando comparadas umas com as outras, as localizações do gene SRGAP2 no cromossoma 1 são únicas no seu arranjo para a codificação de proteínas e na sua estrutura. Os genes não parecem de todo terem sido duplicados.
O ónus da prova encontra-se do lado dos evolucionistas uma vez que são eles que têm que explicar como é que o suposto gene ancestral foi duplicado, dividido em localizações distintas no cromossoma, reorganizado e alterado de modo a ter novas funções – tudo isto sem perturbar o então existente cérebro do macaco e tudo como efeito de mutações aleatórias.
O segundo problema reside na localização exacta das versões B, C e D do gene SRGAP2.
Elas rodeiam o centrómetro do cromossoma, que é uma porção especializada do cromossoma – geralmente perto do centro -, importante para os processos do núcleo da célula, incluindo a divisão celular e a arquitectura cromatina (Thomas, B. Genomes Have Remarkable 3-D Organization. Creation Science Updates. Posted on icr.org November 15, 2012, accessed May 15, 2012).
Como tal, devido à ausência extrema de recombinação, estas duas regiões junto ao centrómetro são incrivelmente estáveis e livres de mutações. Não há qualquer tipo de precedente para a alegação de que os genes podem duplicar para o interior destas sequências super estáveis, muito menos reorganizarem-se posteriormente.
. . . . .
Como seria de esperar, o facto de 3 genes recentemente descobertos estarem presentes só nos seres humanos – ausentes em todos os outros mamíferos conhecidos – tem sido inteligentemente ofuscado por trás da semântica evolucionista.
Claramente, esta descoberta genética importante invalida a evolução humana e mostra que nós fomos criados de forma única “à Imagem de Deus” tal como nos diz o Livre de Génesis.
Fonte: http://darwinismo.wordpress.com/
segunda-feira, 4 de junho de 2012
A natureza auto-contraditória do naturalismo
Quando o erro é examinado de forma exaustiva, invariavelmente as contradições internas tornam-se evidentes. Só a Verdade é que sobrevive ao exame minucioso. Uma das instâncias onde isto é notório é na posição mantida pelos naturalistas ateus. O ateu afirma:
Recuso-me a acreditar em qualquer coisa que não seja natural – cuja explicação não possa ser encontrada na natureza. Tudo tem que – e pode – ser explicado através dos processos naturais.
Portanto, segundo o naturalismo ateu, a existência de tudo o que se encontra no universo – bem como universo em si – têm que ser explicadas através de meios naturais; nada não-natural (ex: Um Ser Sobrenatural) pode ser levado em consideração.
O geólogo evolucionista Robert Hazen, que obteve um Ph.D. em “Earth Science” (Harvard), é um cientista de pesquisas no Geophysical Laboratory da Carnegie Institution of Washington e um professor de “Earth Science” na George Mason University. Na sua série de palestras com o nome de Origins of Life, Hazen disse:
Nesta série de palestras eu faço a pressuposição básica de que a vida emergiu segundo um tipo de processo natural. Proponho que a vida surgiu como efeito duma sequência de eventos que são completamente consistentes com as leis naturais da Física e da Química. Com esta pressuposição eu alinho-me com a forma de pensar da maioria dos cientistas.Acredito num universo que está ordenado segundo estas leis naturais. Tal como outros cientistas, eu dependo do poder de observação, dos testes e do raciocínio teorético para entender a forma como o universo chegou até nós da forma que está.
(2005, ênf. adicionado).
O problema é que, ao manter esta forma de pensar, o naturalista rapidamente esbarra numa parede de factos científicos que contradizem a sua posição.
As leis da ciência são declarações formais (repetidamente provadas pela ciência) em torno do que acontece da natureza sem excepção. O naturalista não pode manter uma visão que contradiz as leis da natureza sem ao mesmo tempo entrar em contradição. Mas é nesta posição em que ele se encontra ao postular uma explicação que contradiz as leis da natureza ou mais pontos. Por exemplo, a explicação do adepto do naturalismo em torno da origem da matéria e da energia (isto é, geração espontânea ou existência eterna) não é natural visto que contradiz a Primeira e a Segunda Lei da Termodinâmica. (Miller, 2007).
O naturalista tem que continuar a contradizer-se ao alegar um processo não-natural para a origem da vida (isto é, abiogénese, que contradiz a Lei da Biogénese; Miller, 2012). Para piorar as coisas, o naturalista tem que se contradizer ao alegar que os vários tipos de formas de vida podem gerar tipos de vida totalmente distintos através da “macroevolução” – um processo que, ao contrário da “microevolução” [que não é evolução nenhuma] nunca foi observado na natureza.
A abiogénese, a geração espontânea, e a “macroevolução” são sugestões não-naturais uma vez que nunca foram observadas na natureza, embora sejam fundamentais para a visão não-natural do naturalista. Isto demonstra que a visão naturalistas é auto-contraditória. Se é auto-contraditória, então é falsa.
A cosmovisão que está de acordo com as evidências – e que não se contradiz – é a visão Cristã descrita nas páginas da Bíblia Sagrada. O naturalista não consegue explicar o universo sem recorrer a métodos não-naturais. O Cristão não tem problemas com as explicações sobrenaturais uma vez que a Bíblia declara que Deus – Um Ser Sobrenatural – criou o universo e a vida contida nele (exclusivamente na Terra).
A Verdade não se contradiz. Quando a mesma é examinada, a Verdade mantém-se firme. Quando uma pessoa decide combater a Verdade, invariavelmente prejudica-se a si mesma.
DISSE o néscio no seu coração: Não há Deus.
Têm-se corrompido e têm cometido abominável iniquidade:
não há ninguém que faça o bem.
Salmo 53:1
Têm-se corrompido e têm cometido abominável iniquidade:
não há ninguém que faça o bem.
Salmo 53:1
Acesso em 04/6/2012
sábado, 2 de junho de 2012
Ao articulista da Folha de S. Paulo, Carlos Heitor Cony, com amor.
Sobre o artigo "O Profeta e Duas Irmãs", do senhor Carlos Heitor Cony
O senhor Carlos Heitor Cony, em artigo publicado em sua coluna de hoje (01/06/2012) na Folha de São Paulo, e intitulado “O profeta e duas irmãs” (leiaAQUI), demonstrou total ignorância em relação à Bíblia. O tema do senhor Cony foi o livro do profeta Ezequiel. Na tentativa de desmerecer esse livro do Antigo Testamento e, com ele, toda a Bíblia, tratando o que vai no texto de Ezequiel como um absurdo, ele afirma as seguintes sandices:
1) Diz Cony que Deus mandou o profeta Ezequiel “comer, durante 390 dias, pão de cevada coberto de excremento humano”. Onde está escrito isso na Bíblia? Em canto nenhum! O texto onde é narrada essa história é o de Ezequiel 4.9-15, que não diz, em momento algum, que Ezequiel comeu excremento humano ou qualquer outro tipo de excremento. O que o texto diz é que Deus orientou Ezequiel a cozer bolos “sobre o esterco humano”, ou seja, usando o excremento humano como combustível para o fogo. Ora, se o senhor Cony não sabe, eu lhe informo: desde antes dos tempos de Ezequiel e até os dias de hoje, é costume no Oriente Médio pessoas usarem esterco de animais como combustível para o fogo. “Em áreas nas quais a madeira era escassa, o esterco de diversos animais servia de combustível. O de camelo era popular, mas nenhum judeu usava" (CHAMPLIN, R. N.; O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, Editora Candeia, 2000, volume 5, p. 3.210). O esterco seco de homens só era usado em crises extremas, onde não havia sequer esterco de animais. O esterco seco de animais era o mais indicado para combustível, porque “tinha bastante palha não digerida, que dava mais qualidade ao combustível” (Ibid). Tal prática era considerada impura para os judeus, razão pela qual Deus diz a Ezequiel para cozer os bolos usando como combustível esterco – e logo esterco humano, o que seria ainda mais impuro –, porque Deus queria que Ezequiel representasse, diante dos judeus cativos na Babilônia, o que aconteceria naqueles dias com os seus irmãos judeus que estavam sofrendo o cerco dos caldeus a Jerusalém (586a.C.), e que era um permissão de Deus por suas impiedades, que sobrepujavam naquela época até mesmo a impiedade das nações pagãs à sua volta, com quem haviam aprendido essas abominações (Ezequiel 5.5-9).
O que Ezequiel fez foi uma representação profética da fome decorrente do racionamento de comida e água pelo qual passariam os judeus em Jerusalém durante o cerco de Nabucodonosor. Ezequiel deveria preparar o bolo usando “esterco seco para aquecer o seu forno. Só o pensamento disso já embrulharia o estômago de alguém. (...) O profeta deveria preparar este prato gastronômico nauseante publicamente, à vista do povo, para que eles pudessem ficar mais impressionados com a calamidade que se aproximava e que era simbolizada dessa forma. Na situação extrema da fome, eles não teriam à disposição nada que fosse delicioso e nada que fosse considerado limpo, mas deveriam aceitar o que pudessem conseguir” (HENRY, Matthew; Comentário Bíblico do Antigo Testamento – Isaías a Malaquias, CPAD, 2010, p. 635).
Como sabemos, Ezequiel nem precisou usar esterco humano, porque, a seu pedido, Deus permitiu que ele usasse como combustível esterco de vacas, o que era naturalmente aceito pelas pessoas, mas ainda considerado impuro pelos judeus (Ez 4.14,15). Lembrando ainda que mensagens teatralizadas eram muito comuns no Antigo Testamento. Há profusão delas nas páginas veterotestamentárias.
Ezequiel e outros milhares de judeus foram levados cativos à Babilônia na primeira leva que os caldeus fizeram de judeus, no ano 605 a.C., quando ocorreu a primeira guerra de resistência ao domínio de Nabucodonosor, rei dos caldeus. A segunda leva se daria no ano 597 a.C. e a última, em 586 a.C., quando Jerusalém é destruída.
Em suma, na passagem bíblica depreciada por Cony, Ezequiel está entregando uma mensagem dramatizada aos judeus no cativeiro, antes da destruição de Jerusalém, dizendo-lhes: “Não pensem que nossos irmãos remanescentes em Jerusalém vão vencer aos caldeus. Não! Deus permitirá, por causa das impiedades do nosso povo, que o exército de Jerusalém perca a batalha contra o domínio dos caldeus, e o cerco deles à nossa cidade se prolongue, levando o povo de Jerusalém à fome e, consequentemente, a comer coisas feitas de forma impura para sobreviver”. Mais adiante, Deus prediz ainda que, pelo prolongamento do cerco, a comida vai se acabar totalmente, ao ponto de as pessoas se matarem, inclusive familiares matarem uns aos outros, ocorrendo até mesmo o horrendo canibalismo (Ezequiel 4.10). Isso realmente aconteceu, como registrado por Jeremias, que estava em Jerusalém (Lamentações 4.4,5,10). Quando as coisas chegassem a esse ponto, os judeus capitulariam diante dos caldeus, que destruiriam Jerusalém nessa ocasião. A cidade só seria reconstruída décadas depois, quando o Império Medo-Persa substituiria o Império Babilônico. A história da reconstrução está narrada, principalmente, no Livro de Neemias.
Os caldeus só impuseram esse cerco aos judeus porque estes não aceitaram servir-lhes pagando seus altos impostos, enquanto Deus, que sempre livrara Israel em tantas outras batalhas desse tipo, dizia que, desta vez, pelos grandes pecados de Israel, não os socorreria. Que pecados eram esses? O livro do profeta Habacuque lista alguns: violência e corrupção generalizadas (Habacuque 1.1-4). E mais: poucos anos antes, sob o reinado de Manassés, alguns judeus começariam a praticar em Jerusalém coisas ainda mais abomináveis, como infanticídio e feitiçaria, que haviam aprendido com os povos pagãos, o que despertou a indignação divina (2Reis 21.9). O livro do profeta Jeremias, contemporâneo de Ezequiel, é, na sua maior parte, sobre esse tema do cerco: é Deus dizendo, por meio do profeta Jeremias, que, dessa vez, não iria ajudar Israel para que vencesse suas batalhas contra os opressores, e que, portanto, seria tolice lutar contra os caldeus crendo em vitória. Deus diz que o povo, se quisesse evitar o pior, deveria se entregar, e não lutar, mas que, no futuro, se eles voltassem aos valores que Ele lhes dera, voltariam a ser livres.
2) Cony afirma que os relatos registrados no Livro de Ezequiel são atribuídos “ao Espírito Santo ou a Moisés”, o que demonstra mais uma vez total desconhecimento da história e do texto bíblicos. Ora, ninguém, seja um bibliologista ortodoxo ou um liberal, atribui a autoria do livro de Ezequiel a Moisés. Simplesmente, Moisés viveu mais de 500 anos antes de Ezequiel! A autoria de Moisés é atribuída apenas ao Pentateuco (os cinco primeiros livros do Antigo Testamento) e a alguns poucos salmos – e, para outros especialistas, também ao Livro de Jó, cuja história se passa antes de Moisés, que a teria registrado conforme tradição oral.
3) Cony cita uma passagem de Ezequiel errada e fora de contexto, distorcendo seu significado. Ele diz que é Ezequiel 26, mas é Ezequiel 16, que diz: “Quando nascestes, ainda não vos tinham cortado o cordão umbilical, estáveis completamente nua, eu me apiedei de vós: depois crescestes, vosso seio se formou, vosso sexo cobriu-se de pelos, eu passei e vos vi e cobri vossa ignomínia, estendi sobre vós o meu manto, vos lavei, perfumei e vesti”; e “Então confiante em vossa beleza, fornicastes por vossa conta com todos os passantes e vos prostituístes até nas praças públicas e abristes as pernas a todos os viajantes e vos deitastes com os egípcios, os medas, os persas, os assírios, os caldeus, os filisteus e os homens de todas as tribos ao longo do Eufrates”.
Esse texto é uma metáfora da traição de Israel ao seu Deus ocorrida naquela época (Ezequiel 16.1-3). Deus lembra a Israel, por meio do profeta Ezequiel, que os israelitas foram cuidados por Deus quando ninguém dava nada por aquele pequeno povo (16.4-6). E mais: Deus fez uma aliança com eles (representada nessa metáfora pelo casamento) e os fez grandes (16.8-10). Mas, o que fez Israel tempos depois? Traiu Deus, desprezando os mandamentos divinos para se misturar com os costumes abomináveis dos povos pagãos ao seu redor, praticando inclusive sacrifício de crianças (Leia Ezequiel 16.20). Então, em resposta, Deus reconta metaforicamente o que aconteceu, e de forma forte e contundente, segundo a proporção dos terríveis pecados cometidos por Israel naquele período.
4) Cony trata a história de Oolá e Oolibá como verdadeira (Ezequiel 23), quando trata-se de outra forte metáfora da traição dos dois Reinos de Israel (o Reino do Norte e o Reino do Sul, surgidos após o reinado de Salomão) a seu esposo, Yahveh, detalhada no capítulo anterior (Ezequiel 22). Deus lembra que os dois reinos haviam imitado os povos pagãos, derramando entre si o sangue de inocentes (incluindo crianças) (22.3,4); seus príncipes haviam matado pessoas inocentes também (22.6); extorquindo estrangeiros e sido injustos com órfãos e viúvas (22.7); filhos desrespeitando pais (22.10); homens forçando mulheres (22.10); adultérios e incestos (22.11); subornos e extorsão para derramar sangue (22.12); exploração religiosa (22.2-28), violência e opressão (22.29). Tudo isso era condenado por Deus explicitamente na Lei de Moisés. E o texto bíblico ainda diz que o que estava acontecendo nos dias do profeta Ezequiel era generalizado, quase ninguém escapava (22.30). Depois de tudo isso, será que Deus exagerou ao dizer o que disse?
Em tempo: Oolá significa “tabernáculo dela” e Oolibá, “meu tabernáculo está nela”. As tendas aqui são uma referência ao local de um culto. Ou seja, tratava-se de uma alusão aos cultos e costumes profanos aos quais as duas irmãs – Jerusalém, capital do Reino do Sul de Israel, e Samaria, capital do Reino do Norte de Israel – haviam aderido, fazendo com que ambas fossem abandonadas por Deus naquele período. Jerusalém e Samaria abandonaram os preceitos divinos para seguir às terríveis práticas dos povos pagãos.
O pior de tudo é ver Cony, que desconhece totalmente o que está sendo dito, afirmar que “se precisarem de mim, estou às ordens para fazer o papel de um dos egípcios. Em último caso, de um assírio”. Lembrando que os assírios influenciarem o Reino do Sul (Jerusalém) com seus costumes abomináveis (os assírios adoravam ao deus Adrameleque, que era a versão assíria dos deuses infanticidas Moloque e Camos - o rei Acaz, em sua aliança com os assírios, praticou o infanticídio - 2 Reis 16.3). Diz Deus: "Além disto, tomaste a teus filhos e tuas filhas, que por mim geraras, e os sacrificastes a elas, para serem consumidos; acaso é pequena a tua prostituição?" (Ezequiel 16.20). Para Cony, não. Ele mesmo quer ser um dos assírios!
Ademais, os assírios, em sua relação com os judeus, que alternava alianças e opressão, acabaram destruindo o Reino do Norte (Samaria), isso bem antes de o Reino do Sul (Jerusalém) capitular sob os caldeus. Os assírios mataram milhares de judeus, escravizaram, torturaram e saquearam Samaria. Será que Cony quer ainda fazer o papel deles?
Ademais, os assírios, em sua relação com os judeus, que alternava alianças e opressão, acabaram destruindo o Reino do Norte (Samaria), isso bem antes de o Reino do Sul (Jerusalém) capitular sob os caldeus. Os assírios mataram milhares de judeus, escravizaram, torturaram e saquearam Samaria. Será que Cony quer ainda fazer o papel deles?
É o que dá falar do que não sabe.
Autor: Silas Daniel
Meu comentário sobre o artigo de Carlos Heitor Cony: Está cada vez mais difícil dar crédito aos articulistas da Folha de S. Paulo. As ideias esquerdistas e ateístas os têm feito falar bobagens como estas.
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